sábado, 9 de fevereiro de 2013

CUIDADO O FIM VEM !!


As Fronteiras de Sodoma Estão Sendo Ultrapassadas?

O Senhor Jesus descreveu os tempos anteriores à Sua volta em glória como dos mais terríveis que já houve. Ele falou de um Apocalipse vindouro, que aconteceria como julgamento sobre todo o mundo, antes dEle mesmo voltar. Este tempo é descrito como semelhante aos "dias de Noé e de Ló". Os dias de Ló eram a época de Sodoma, donde procede a palavra "sodomia". Naquela sociedade as pessoas viviam inteiramente segundo suas inclinações e paixões. Elas comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam, sem se importarem com Deus. Pretendia-se estabelecer uma era de bem-estar sem Deus. Ao mesmo tempo a imoralidade tomava conta, de modo que a homossexualidade fazia parte do cotidiano (Gn 19.4-5).
Quando analisamos nossos dias, somos levados a pensar que as fronteiras de Somoma já estão sendo ultrapassadas. Como em muitos outros países, os debates a respeito do tema têm sido muito acirrados na França:
O confronto entre a direita e a esquerda tem apresentado atualmente uma violência incomum, porque a maioria esquerdista pretende legalizar a união de casais homossexuais. Deste modo, os partidários do primeiro-ministro Lionel Jospin estão cumprindo uma promessa eleitoral. Trata-se de estabelecer um contrato para todos os casais – quer sejam homossexuais ou heterossexuais...
Apontando para Sua vinda em grande poder e glória, o Senhor Jesus disse: "O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar" (Lc 17.28-30). Em Gênesis 18.20 lemos porque Deus castigou de tal maneira as cidades corrompidas no vale do Jordão: "Disse mais o Senhor: Com efeito, o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicado, e o seu pecado se tem agravado muito."
Não temos a intenção de apontar o dedo friamente para nossa sociedade, pois todos nós somos pecadores necessitados de redenção. Também não pretendemos pintar um cenário de terror apocalíptico. Pelo contrário, queremos lembrar que o Senhor procura atualmente homens de oração dedicados, que se colocam na brecha (Ez 22.30), da mesma forma como Abraão o fez (Gn 18.22-33). O texto ressalta que Abraão não ameaçou nem julgou a Sodoma – e nem mesmo esperou satisfeito pelo julgamento ameaçador de Deus. Pelo contrário, ele colocou-se diante do Senhor e intercedeu por Sodoma e Gomorra.
Mas, naturalmente também é preciso falar a verdade com clareza, mesmo que não se queira mais ouvi-la e sob o risco de sermos acusados de fanáticos fundamentalistas. O Senhor Jesus Cristo, que morreu na cruz como um criminoso, sem ter cometido pecado, tomou nossos pecados sobre si para que nós – libertos de toda culpa – possamos tornar-nos participantes do reino de Deus. Quem, entretanto, fecha a porta do seu coração para o Senhor Jesus, rejeita a oferta de Deus de completo perdão dos pecados e, assim, exclui a si mesmo do reino de Deus. Aquele, porém, que entrega sua própria vida e a deposita aos pés de Jesus, vai recebê-la. Foi o que o próprio Senhor disse com relação à mulher de Ló:"Quem quiser preservar a sua própria vida perdê-la-á; e quem a perder, de fato a salvará" (Lc 17.33). (Norbert Lieth 

sábado, 26 de janeiro de 2013

Mulher...

Com seu brilho, sua graça, seu sorriso, seu modo bom de ver a vida, onde chega logo encanta!!!!
Mulher... mãe, filha, companheira, esposa, namorada, noiva, amiga, prima...
Mulher... sabia, conhecedora, intercessora, criativa, sonhadora, confiante, guerreira!!!
Nada melhor do que começar o ano com um "Chá de Mulheres".
Aconteceu dia 19 de jan.
Não somos muitas, mas somos guerreiras. E acreditamos que, não na nossa força, mas na força daquele que está em nós faremos proezas, muitas proezas.
O tema "Mulher" nos deu a oportunidade de falarmos um pouco de nós  mesmas, mulheres de um século tão desafiador, de uma maneira bem sujestiva: "Que direito eu me dou".
Contamos com a participação da irmã Débora de Uberlândia que nos trouxe uma palavra maravilhosa.
Tivemos direito a brindes e tudo mais.
Bem este é só o começo de um ano que segundo as promessas fieis de Deus será abençoado.





sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Feliz 2013.....

Um pouco atrasado, pois o mês de janeiro já está quase no meio. Mas a tempo de desejar a todos um ano novo cheio de bençãos na presença gloriosa de Cristo Jesus.
Nosso culto da virada foi um pouco diferente dos anos anteriores. A igreja de Itatiba não pode vir na integra.
Louvamos a Deus pelo ano de 2012, por tudo o que Deus nos fez.
E também louvamos pelo novo ano, porque temos a certeza de que grandes coisas Deus ainda vai fazer.

sábado, 29 de dezembro de 2012

No ano novo tudo vai ser diferente?



"No novo ano tudo vai ser diferente! Vou deixar meus maus hábitos!" Você também tomou resoluções desse tipo, usando a mudança de ano como data para uma virada em sua vida?
A cada novo ano, muitas pessoas tomam resoluções radicais para suas vidas. A mudança de ano vem acompanhada de uma certa aura de transformação, levando-nos a crer que nessa data será mais fácil romper com maus hábitos e superar fraquezas de caráter.
O que sobra de todos esses bons propósitos? O que resta das decisões tomadas em datas aparentemente significativas? Talvez alguns se lembrem que no dia 9/9/99 foram realizados muitos casamentos em diversas partes do mundo. E agora certamente os primeiros desses matrimônios já estão desfeitos. Harmonia rompida e promessas de fidelidade não cumpridas levaram ao fracasso.
Pedro garantiu certa vez a seu Mestre: "Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei" (Mt 26.35) – mas ele falhou vergonhosamente. Será que o comportamento desse discípulo não espelha nossos próprios propósitos vãos? Será que também nós não falhamos repetidamente? Paulo escreve: "Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço" (Rm 7.19). Muitos de nós procuram desculpar e minimizar suas falhas, dizendo: "Paulo também era assim..." Mas ele, nessa passagem, procura apenas demonstrar a luta entre o bem e o mal dentro de cada um de nós. Em outras passagens fica muito claro que ele estava empenhado com todas as suas forças em viver uma vida vitoriosa. Paulo prosseguia em direção ao objetivo, em direção a Cristo: "...prossigo para o alvo..." (Fp 3.14).

No caso de Daniel, a chave para sua vida vitoriosa estava muito bem definida. Ele também chegou ao ponto em que tomou uma resolução: "Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia" (Dn 1.8). Daniel conseguiu colocar sua resolução em prática porque, mesmo sob ameaça de morte, em nenhuma circunstância deixou de orar três vezes por dia ao seu Deus: "três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer" (Dn 6.10b). Esse hábito era algo natural para ele. Mas é justamente nesse ponto que todos os nossos bons propósitos falham. Estamos dispostos, temos o firme propósito de deixar de lado maus hábitos e velhos defeitos. Dizemos a nós mesmos: "A partir de 1º de janeiro vai ser para valer!" Mas falharemos vergonhosamente mais uma vez se apenas deixarmos os maus costumes de lado, sem nos habituarmos a levar uma vida realmente voltada para Deus.
Como está nossa relação com Deus? Tornou-se hábito para nós ler Sua Palavra, orar e servi-lO? Acerca de Jesus está escrito: "E, saindo, foi, como de costume, para o monte das Oliveiras; e os discípulos o acompanharam. Chegando ao lugar escolhido, Jesus lhes disse: Orai, para que não entreis em tentação" (Lc 22.39-40). É nesse sentido que desejo a todos um ano muito abençoado, um ano em que nossos hábitos e costumes nos levem para mais perto de nosso Senhor e Mestre. "Orai, para que não entreis em tentação!" (Peter Malgo) 
Fonte: internet

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O que devo fazer?


O que devo fazer?

“O que devo fazer? Não agüento mais!” Há algum tempo, a representante da fundação suíça Pro Juventude disse em um programa de rádio que essa questão é uma das que mais preocupa os jovens.

A pergunta “O que devo fazer?” é tão antiga quanto o próprio pensamento. O famoso filósofo Immanuel Kant já apresentava questionamentos semelhantes por volta de 1770: “O que posso saber? O que devo fazer? O que posso esperar? O que é o homem?”[1]

O homem pode procurar em muitos lugares, mas não terminará sua busca enquanto não recorrer à Bíblia. Só ela pode nos dar uma resposta conclusiva sobre o que devemos fazer e para quê existimos.

Certa vez perguntou-se ao Senhor Jesus: “Que faremos para realizar as obras de Deus?” (Jo 6.28), ao que Ele respondeu: “A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado” (v.29).

A maior desgraça do ser humano é não crer em Jesus. Não há negligência maior! Em comparação, todas as outras experiências negativas são meros grãozinhos de areia. Quem está caído num buraco escuro estará disposto a fazer qualquer coisa para sair dele. Mesmo ao enfrentar males menores nos dispomos a enfrentar riscos maiores apenas para melhorar nossa reputação. Mas a solução do problema original de nossa vida é a fé em Jesus Cristo.

No dia de Pentecostes os judeus perceberam que não estavam realmente bem, apesar de seguirem todos os preceitos da lei. Devido à pregação cristocêntrica de Pedro aconteceu o seguinte: “Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos?” (At 2.37). A resposta de Pedro foi a única correta: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (v.38). O resultado não deixou de aparecer: “Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas” (v.41).



Saulo de Tarso era um homem que odiava Jesus e Sua Igreja de todo o seu coração. Transtornado pela ira, ele fazia de tudo para destruir a Igreja dos cristãos. Mas um dia o Senhor o encontrou. Vencido por esse acontecimento sobrenatural, Saulo fez a pergunta decisiva: “Senhor, que queres que faça?” (At 9.6, RC). O Senhor perdoou os pecados de Saulo e escolheu-o como apóstolo das nações. Além disso, ele recebeu um novo nome: Paulo.

O carcereiro de Filipos tinha a tarefa de vigiar dois prisioneiros com especial cuidado: o apóstolo Paulo e seu companheiro Silas. Esse guarda durão estava acostumado a muitas coisas. Ele cumpria sua tarefa seguindo regras rígidas, mas isso não lhe trazia satisfação. Ele teve tempo para observar Paulo e Silas. Assim, percebeu que eles não se queixavam da sua desgraça, mas começaram a cantar, sim, a louvar a Deus. De repente um terremoto abalou a prisão, de forma que as portas se abriram e as cadeias de todos os prisioneiros se romperam (At 16.26). O carcereiro acordou do seu sono, percebeu sua situação comprometedora e quis matar-se com sua espada (v.27). Talvez ele já estivesse questionando sua vida há muito tempo, sentindo-se frustrado por aquilo que havia dentro e em volta dele. Paulo percebeu isso e consolou-o. Depois disso o homem fez a pergunta decisiva: “Senhores, que devo fazer para que seja salvo?” (At 16.30). Paulo respondeu sem hesitar: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (v.31). A fé nessa mensagem revolucionou a vida do carcereiro – ele tornou-se um novo homem no mais verdadeiro sentido da palavra: “Naquela mesma hora da noite, cuidando deles, lavou-lhes os vergões dos açoites. A seguir, foi ele batizado, e todos os seus. Então, levando-os para a sua própria casa, lhes pôs a mesa; e, com todos os seus, manifestava grande alegria, por terem crido em Deus” (v. 33-34).

Vamos analisar com mais atenção as perguntas do filósofo Immanuel Kant, mencionadas no início:

O que posso saber?

Você pode saber que Jesus é a esperança para a vida de todos. Para Ele não há casos perdidos. Você também pode saber que Ele tem poder para perdoar os pecados e dar não somente vida nova, mas vida eterna. Você pode saber que Jesus oferece um tipo de segurança que não acaba amanhã nem depois de amanhã. A vida espiritual do apóstolo Paulo começou com a pergunta: “Quem és tu, Senhor?... Senhor, que queres que faça?” (At 9.5-6). Pouco antes de sua morte, já idoso, ele pôde testemunhar: “...porque sei em quem tenho crido...” (2 Tm 1.12).



O que devo fazer?

Os exemplos citados anteriormente mostram que é preciso decidir-se por Jesus, pois “a obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado” (Jo 6.29). As pessoas que tinham escutado a pregação de Pedro no Pentecostes aceitaram a Palavra de Deus de boa vontade. O carcereiro de Filipos ficou feliz por ter se tornado crente junto com toda a sua casa – esse foi um ato de decisão consciente. Ele se colocou à disposição do Senhor.

O que você deve fazer? Aceite o convite de Deus feito por meio do Seu profeta: “Buscai-me e vivei” (Am 5.4).

O que posso esperar?

Quem realmente procura Deus vai encontrá-lO, obterá perdão dos pecados e viverá! Tal pessoa pode ter a esperança de que o Senhor nunca mais a abandonará e a conduzirá até a eternidade. Em Jesus, os fardos são aliviados, a esperança nasce, orações são atendidas e as dificuldades existentes são transpostas. Não dependemos mais de nós mesmos: Jesus está conosco!
O que é o homem?

Sem Jesus ele é uma vítima indefesa de Satanás e do pecado. Mas com e por meio de Jesus o homem ganha uma nova posição: ele se torna filho de Deus, co-herdeiro de Jesus e, assim, herdeiro do Pai celeste. Então vale o seguinte: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Co 5.17). (Norbert Lieth).

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A OBSESSÃO PELO MELHOR



Leila Ferreira
Leila Ferreira é uma jornalista mineira com
mestrado em Letras e doutora em
comunicação em Londres,
que optou por viver uma vida
mais simples, em Belo Horizonte


Estamos obcecados com "o melhor".
Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor".
Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a
melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.
Bom não basta.
O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos
faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor".
Isso até que outro "melhor" apareça e é uma questão de dias ou de horas até isso
acontecer.
Novas marcas surgem a todo instante.
Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado,
modesto, aquém do que podemos ter.
O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa
espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego.
Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta
conquistar ou ter.
Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos.
Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo
melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários.
Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos,
às vezes, é mais do que suficiente.
Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência?
Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de
chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa?
E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?
O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"?
Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um
melhor e dez vezes mais caro?
O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?
Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixados ansiosos
e nos impedido de desfrutar o "bom" que já temos.
A casa que é pequena, mas nos acolhe.
O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria.
A TV que está velha, mas nunca deu defeito.
O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens
"perfeitos".
As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar à
chance de estar perto de quem amo...
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem.
O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.
Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso?
Ou será que isso já é o melhor e na busca do "melhor" a gente nem percebeu?
Sofremos demais pelo pouco que nos falta
e alegramo-nos pouco pelo muito que temos. FELIPENSES 4; 11-13.
Shakespeare

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Encontro Apostólico de fogo e Santidade!!

(Postado por Servindo a Deus com propósitos - em 17/07/12)
A existência secular compromete, e muito, a qualidade da vida espiritual, uma vez que a intensa rotina ao qual estamos inseridos nos arrasta pelas horas do dia.
É interessante notar que os horários pré-estabelecidos para tudo: escola, trabalho, ir ao banco, fazer uma visita, sair ou chegar a casa, fazer compras ou até mesmo cultuarmos a Deus, determinam momentos específicos e tempo determinado para realização de cada atividade.
Daí a insatisfação que incomoda grandemente. O sentimento de dever não acabado, de algo que poderíamos ter feito e não fizemos, de vida que se vai tão repentinamente e estamos sempre a deriva do caminho tentando chegar sem sucesso algum.
O espírito clama por mais. Ele se sente sufocado pela rotina massacrante que a carne o submete. Sua sede nunca é saciada na totalidade, porque há um horário a ser cumprido.
Neste caso, em que passamos a vida correndo atrás daquilo que vai nos conservar nossos corpos de pé, devemos aproveitar as oportunidades que surgem para saciarmos abundantemente a sede da nossa alma.
Vem ai o ENCONTRO APOSTÓLICO DE FOGO E SANTIDADE, nos dias 14 a 16 de setembro. Serão momentos únicos, em que poderemos nos alimentar espiritualmente de maneira jamais vista.
É como sairmos da terra por alguns dias e viajarmos para os lugares celestiais. E lá andarmos com Deus, assim como os alunos de Sócrates andavam com ele. Lado a lado apenas ouvindo, aprendendo, absorvendo direto da fonte todo o conhecimento, poder e graça.
É preciso fortalecer o espírito para continuarmos firmes diante dos desafios atuais. Sem está condição nossa derrota é certa, pois a necessidade de batalhar para subsistir se intensifica cada vez mais. Os afazeres nos roubam o tempo maior que poderíamos nos dedicar a Deus. Então, se faz necessário determinarmos até que ponto este contexto secular vai nos dominar.
Faça já a sua reserva!!!! Para maiores informações  entre no blog do Bispo Adán.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Um bem precioso chamado família...


Olá meus queridos, será que estamos com nossos olhos bem abertos sobre o zelar de nossa família?

"Volve-te, pois, para a oração de teu servo, e para a sua súplica, ó Senhor meu Deus, para ouvires o clamor e a oração que o teu servo hoje faz diante de ti. Para que os teus olhos noite e dia estejam abertos sobre esta casa"  (1 Reis 8:28-29).


Vivemos em uma época difícil em que as famílias têm sido um alvo especial do inimigo de nossa alma. Muitos homens e mulheres evitam compromissos matrimoniais; outros quebram tais compromissos com uma facilidade impressionante, por qualquer motivo; e a sociedade não somente aceita, como apóia tais ações. Fazemos a mesma pergunta que Davi fez: “Se forem destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?” (Salmo 11:3). Será que os justos do Senhor se permitirão ser levados pela correnteza deste mundo? Ou irão cair em depressão, se sentindo impotentes? Nem uma coisa nem outra; os recursos divinos estão disponíveis a eles.
Embora, os versículos acima tenham sido ditos por Salomão com relação à casa do Senhor que construíra, eles podem ser aplicados perfeitamente à nossa própria casa. Antes de tudo, note que eles não fazem parte de uma oração feita em uma rotina fria e burocrática como são muitas orações, infelizmente. Foi uma oração vinda diretamente do coração, uma súplica ardente, proferida na total consciência da presença de Deus naquele lugar.
Nós nos importamos com nossos lares? Então clamemos a Deus por cada membro de nossa família. Vivemos em um mundo perigoso. Se nosso filho fosse enviado para o campo de batalha, oraríamos fervorosamente por sua segurança dia e noite. Este mundo de fato é um campo de batalha, onde a guerra é espiritual, os inimigos são implacáveis, a morte está por toda a parte, e os abatidos são mais do que conseguimos contar. Nossos filhos são atacados quando vão para escola, quando estão com os amigos, quando lêem livros e revistas e, em especial, quando se sentam diante dos mais terríveis meios de comunicação, a TV e o computador (Internet).
Que essa oração de Salomão também seja a sua súplica diante de Deus, caro leitor. Lembre-se que “se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel” (1 Timóteo 5:8).

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Uma conquista de muitos....

AIDB Paulínia comemorou neste fim de semana seus 12 anos de existência...
O Pr. Anísio Abreu, sua esposa EV. Dalva Polycarpo, 
seus filhos, nora, genros, netos
e demais membros tiveram a honra de receber amigos que 
juntamente com eles celebraram a Deus por mais está vitória.
Embora, passem os anos e a luta se intensifica a cada dia,
temos permanecido firmes na fé e amor para com a obra de Cristo Jesus, nosso Senhor.
Infelizmente nosso querido Bispo Adan não pode estar conosco, 
devido outros compromissos evangelísticos em sua agenda.
A festa começou no sábado:
Agradecemos aos irmãos de Itatiba/SP, pelo carinho e companheirismo.

Aos pastores, Gerson Séglio e  Mátias com suas respectivas famílias, 
pela amizade e companheirismo durante estes anos.
O preletor da tarde foi o Pr, Matias.

Irmãos da AIDB de Paulínia.



Estiveram conosco no domingo alguns irmãos de
 Leme, Mauá, Bonilha, Barueri e Uberlândia

O preletor da tarde foi o Pr. Jefferson de Uberlândia.

 Somos gratos a Deus por mais está vitória, não só da igreja local, mas da AIDB como um todo, pois lutamos todos juntos a mesma batalha.


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Convite do 12º Aniversário da AIDB Paulínia - SP

12º Aniversário da AIDB Paulínia - SP
Dias 14 e 15 de julho de 2012






terça-feira, 5 de junho de 2012

FEIJOADA À VISTA 09/06 NA AIDB PAULINIA


Sábado dia 09/06 das 11h às 14h feijoada na AIDB – Paulínia, Rua Laurinda Garutti Bordin, nº313, Bom Retiro, Paulínia-SP.

                

Apenas R$18,00...